Exorcista: “Satanás atrás dos atentados islâmicos»….

sexta-feira, 15 de julho de 2016 – Blog de Luis Dufaur: Ciência Confirma a Igreja

Luis Dufaur

Escritor, jornalista, conferencista depolítica internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs.

 

 
 
Padre Gabriele Amorth, exorcista oficial da diocese de Roma:
“Satanás impulsiona o Estado Islâmico, com certeza”

 

 

Os recentes atentados de Nice e Bruxelas, como os do fim do ano passado em Paris e as tentativas massivas de violação de mulheres em cidades da Alemanha e do norte da Europa no Réveillonobedecem a um objetivo: erradicar o cristianismo do mundo apagando seus últimos restos já tão diminuídos.

Nos casos citados da Europa o caráter estritamente religioso da ofensiva de crimes não aparece tão claramente, pois os atentados visam o comum dos cidadãos indiscriminadamente.

O islamismo mais moderno age diante das imagens dos velhos demônios dos templos pagãos desertos como um anjo das trevas que surge das cavernas mais escuras do inferno atropelando os seus cúmplices de menor posição.

E se volta contra o mundo ocidental que ainda pode ser chamado de cristão mais por causa do passado de que pelo presente, com o mesmo furor destruidor supra-humano.

Segundo o padre Amorth, exorcista de Roma, nas violências inauditas e nas perseguições contra os cristãos praticadas pelo Estado Islâmico, é perceptível a garra do demônio.

“Il Giornale” de Milão, perguntou ao exorcista se o pessoal do Estado Islâmico estava sendo então inspirado por Satanás, ao que o Pe. Amorth respondeu:

“Com certeza! Onde está o mal, está sempre o demônio por trás incitando. Qualquer forma de mal, grande ou pequena, sempre é sugerida pelo diabo”.

O atentado de Nice (14.07.2016) foi o mais recente e, infelizmente, tal vez não foi o último, do furor de Satanás impulsionando o anticristianismo
O atentado de Nice (14.07.2016) foi o mais recente e, infelizmente,
tal vez não foi o último, do furor de Satanás impulsionando o anticristianismo

 

– O Sr., com seus 90 anos continua fazendo exorcismos?

– “Agora faço pelo menos dois ou três ao dia, antes chegava a fazer 15, inclusive nas datas de Natal e Páscoa. Há alguns anos calculei ter feito cerca de 70.000 exorcismos. Talvez até mais”.

– Ficam poucos exorcistas?

– “Infelizmente. Com frequência os primeiros que não acreditam no demônio são os bispos que não estão nomeando novos exorcistas.

“Ontem eu falava com um exorcista, o Pe. Vincenzo, que me dizia que havia uma fila de 40 pessoas aguardando ser exorcizadas. Eu escrevi uma carta ao Papa Francisco pedindo-lhe que permitisse a todos os sacerdotes praticar exorcismos”.

– E o Papa respondeu?

– “Enviou-me resposta por meio do Vigário da diocese de Roma dizendo que não se podem mudar as coisas de um dia para outro. São necessários demorados procedimentos e regras a ser cumpridos”.

– Este Papa fez exorcismos?

– “Não me consta. Ratzinger e Wojtyla sim”.

– Hoje há um sucessor para o Padre Amorth?

 

Estado Islâmico: novos demônios irrompem no cenário mundial.

Estado Islâmico: novos demônios irrompem no cenário mundial.

Nesta Simbologia Característica destes Filhos de Satanás, apreciam-se claramente Pontas do Tridente, Cabeças e muitas Caudas de Serpente, do Antigo Dragão, Satanás, (…) Que os Chineses simbolizam muito bem em suas Iconografias e suas histórias de Dragões…

 

– “Há a Associação Internacional dos Exorcistas que eu fundei e da qual sou o presidente honorário. Hoje tem como presidente o Padre Francesco Bamonte, que também é exorcista. Entreguei a ele mais de dois quilos de coisas que me cuspiram os endemoninhados: chaves, cacos de vidro, pedaços de correntes, pregos”.

– Mas cuspiam esses objetos pela boca? 

– “Sim, sem jamais se ferirem. Eu pude tocar com a mão esses objetos que se materializavam na boca dos endemoninhados no momento de cuspi-los.

“Vivi muitos episódios estranhos, casos de levitação de gente que se elevava pelo menos meio metro do chão, que caminhava pelas paredes como se não existisse lei da gravidade”.

Prossegue o experiente Pe. Amorth: 

“E depois pessoas que falavam línguas como foi o caso certa vez de um camponês que apenas falava italiano e começou a perorar em inglês e em latim.

“Certa vez uma religiosa começou a se arrastar pela igreja como uma cobra, passando sob os bancos sem mudá-los um centímetro de local”.

 
 

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Para matemático, chance de o Santo Sudário não ser verdadeiro
é de uma em 200 bilhões

 
O matemático Bruno Barberis é professor de Mecânica Racional na Universidade de Turim
O matemático Bruno Barberis é professor de Mecânica Racional na Universidade de Turim

Luis Dufaur

Escritor, jornalista,
conferencista de
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sócio do IPCO,
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O matemático Bruno Barberis, professor de Mecânica Racional na Universidade de Turim, desenvolveu um cálculo estatístico sobre a probabilidade de o Santo Sudário ser efetivamente o lençol mortuário que envolveu o corpo de Jesus.

O cálculo tomou como ponto de partida a imponente massa de dados coletados por outras ciências e submetidos à crítica da comunidade científica.

O resultado do professor Barberis é que a chance de o Santo Sudário não ser verdadeiro é de uma em 200 bilhões.

O autor publicou seus resultados explicando o método empregado no trabalho “L’uomo della Sindone e il calcolo delle probabilità”(O homem do Santo Sudário e o cálculo de probabilidade, Bruno Barberis, in AaVv, “Sindone. Vangelo-storia-scienza”, Elledici 2010, pp.231-246).

Numa entrevista à agência Zenit o professor Barberis explicou como chegou a tal número.

“Trata-se de um cálculo feito para verificar a correlação entre a descrição que emerge da imagem que vemos no Santo Sudário e a narração da Paixão e Morte de Jesus que lemos nos Evangelhos.“Podemos avaliar de modo quantitativo a probabilidade de que o Homem do Sudário seja verdadeiramente o mesmo Homem do Evangelho?

“Pelos exames confirmados sabemos que se trata de um homem torturado e crucificado. Um dos muitos da História, considerando que a crucificação foi usada desde o século VII antes de Cristo até pelo menos a época do imperador Constantino.

“Trata-se de um período de pouco mais de mil anos, no qual se pode calcular talvez alguns milhões de crucificados e com certeza algumas centenas de milhares.

Cristo feito com base nos dados do Santo Sudário.
Feito pelo prof. Juan Manuel Miñarro.
Veja mais: Professor faz Crucificado segundo os dados do Santo Sudário

“Flávio Josefo nos conta que depois da destruição do templo de Jerusalém as crucificações de judeus duraram meses, com uma média de quinhentas por dia.

“Portanto, os números são elevados. Mas podemos deduzir algumas características do Santo Sudário ligadas a tudo o que aconteceu a esse homem em particular.

“Por exemplo:

–  os golpes no rosto,
– a fratura da cartilagem nasal,
– o hematoma no pômulo direito,
– as feridas nas arcadas ciliares,
– o casco de objetos pontiagudos sobre a cabeça que provocou uma trintena de feridas com suas respectivas hemorragias,
– o fato de ter carregado nas costas uma peça rústica e pesada que lhe provocou duas grandes chagas, que terá sido muito provavelmente a trave horizontal da cruz.

“Podemos acrescentar:

– o fato de ter sido flagelado, crucificado com pregos numa época em que se preferia cordas em lugar de pregos;
– o fato de ter sido ferido no tórax depois da morte;
– o fato de ter sido envolvido num pano fúnebre como se fazia só com as personalidades importantes, porque os ritos fúnebres custavam caríssimo e os crucificados em geral eram escravos ou prisioneiros de guerra, certamente não romanos, porque era proibido crucificar os cidadãos romanos.

“Também destacamos como o corpo ficou no lençol durante poucas horas, porque não se veem as manchas da decomposição que aparecem por volta de 50-60 horas depois da morte.

“Isso significa que esse corpo ficou no Sudário durante um número inferior de horas e depois foi tirado e nunca mais reposto.

“Todas essas características estão presentes no Santo Sudário e na narração evangélica de Jesus e coincidem na perfeição.”

O entrevistador perguntou ao matemático Bruno Barberis qual seria a probabilidade de que essas características se verificassem em algum outro homem crucificado ao longo da História.

O professor de Turim respondeu:

“A flagelação é um dado pouco significativo, porque era aplicada a pelo menos 80% dos crucificados. A crucificação com pregos é mais significativa, pois foi usada em pelo menos  50% dos supliciados.

A coroação de espinhos foi um fato único acontecido ao Homem do Sudário.
Reconstituição da coroa de espinhos na amostra O homem do Sudário, Curitiba.

“Se examinarmos a coroa de espinhos sobre a cabeça, verificamos que é um caso único na História que conhecemos.

“Certamente não era costume nas crucificações. Não poso garantir que tenha sido o único caso, mas sim que apresenta certamente uma probabilidade muito baixa.

“Inclusive a ferida no tórax está fora das normas: se se queria provocar a morte do crucificado, fraturavam-lhe as pernas. Além do mais, a ferida do lado foi infligida depois de ter morrido.

“Até a existência do Santo Sudário é um dado significativo: ninguém reclamava os corpos dos crucificados, que certamente não eram envoltos num pano que se costumava comprar dos comerciantes importadores.

“Os crucificados eram deixados sobre as cruzes ou sepultados em fossas comuns. Além do mais, o enterro foi feito com presteza e deve ter acontecido algo significativo por onde o corpo ficou poucas horas envolto no véu mortuário.

“Se atribuo a cada fato uma probabilidade matemática, a probabilidade geral de que estas condições se verifiquem num outro caso se obtém um número pequeníssimo: 1 entre 200 bilhões.

“Quer dizer, a probabilidade de que esses fatos possam se verificar ao mesmo tempo num outro crucificado é quase zero.

“Se tivessem sido crucificadas mais de duzentos bilhões de pessoas, eu poderia dizer que poderia haver a probabilidade de um.

“Mas no caso isto equivale a dizer que não pode ter acontecido algo do gênero, nem sequer a um só dos supliciados.

“Quando eu tenho dois casos que apresentam características similares – Jesus e o Homem do Sudário –e a probabilidade matemática de que eles coincidem é altíssima, eu tenho quase uma certeza”.

 

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Anjos levaram a casa de Maria de Nazareth a Loreto:
única tese que resiste à crítica científica

 
Translação da Santa Casa de Loreto. Pintura anônima do século XVII, México
Translação da Santa Casa de Loreto.
Pintura anônima do século XVII, México

Luis Dufaur

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Numa conferência promovida pelo Centro Cultural “Amici del Timone” de Staggia Senese, Itália, sobre “A santa Casa. História da incrível translação angélica da Casa de Maria de Nazareth a Loreto”, se desenvolveu ainda mais um tema que interroga à engenharia.

Com efeito, na cidade de Loreto, região Marche, há séculos se encontra a Santa Casa, onde nasceu Nossa Senhora e onde Ela recebeu o Anúncio da Encarnação pela voz do Arcanjo São Gabriel.

Porém, o fato se deu em Nazaré, Terra Santa. E ali se encontram os fundamentos da mesma Santa Casa. Esses, comparados com as dimensões e características Casa de Loreto coincidem perfeitamente. E as afinidades e concordâncias não acabam por ali.

Como é que a Santa Casa se descolou, por assim dizer, da sapata e foi aparecer íntegra a perto de 3.000 quilômetros de distância e ali permanece até hoje, também íntegra?

A translação aconteceu no século XIII, segundo provas históricas. Mas, como ela pode ter sido feita considerando a pobreza dos recursos tecnológicos da época?

 

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Santo Sudário de Turim e o Sudário de Oviedo
“envolveram a mesma pessoa”, concluiu inquérito

 
O professor Juan Manuel Miñarro ganhou celebridade criando imagens de Cristo de acordo com o Santo Sudário.
O professor Juan Manuel Miñarro ganhou celebridade
criando imagens de Cristo de acordo com o Santo Sudário.
Veja mais em: Professor faz Crucificado segundo os dados do Santo Sudário

Luis Dufaur

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O Santo Sudário de Turim e o Sudário de Oviedo “quase com inteira certeza envolveram o cadáver da mesma pessoa”, concluiu uma investigação que comparou as duas relíquias com base na Antropologia Forense e na Geometria.

O trabalho foi realizado pelo doutor em Belas Artes e professor de Escultura da Universidade de Sevilha, Juan Manuel Miñarro, no contexto de um projeto do Centro Español de Sindonología (CES) sediado em Valencia, Espanha.

O estudo acresce aquilo que é afirmado há séculos pela tradição: que os dois tecidos pertenceram ao mesmo personagem histórico: Jesus de Nazaré.

Também confirma que o Santo Sudário teria sido o lençol funerário que envolveu o Corpo de Jesus quando Ele foi depositado no sepulcro, enquanto o Sudário de Oviedo seria o tecido que cobriu seu rosto na Cruz logo após morrer.

Os dois tecidos seriam aqueles que São Pedro e São João acharam no sepulcro logo após a Ressurreição, segundo narra o Evangelho de São João (20, 1-9):

1. No primeiro dia que se seguia ao sábado, Maria Madalena foi ao sepulcro, de manhã cedo, quando ainda estava escuro. Viu a pedra removida do sepulcro.

2. Correu e foi dizer a Simão Pedro e ao outro discípulo a quem Jesus amava: Tiraram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseram!

3. Saiu então Pedro com aquele outro discípulo, e foram ao sepulcro.

4. Corriam juntos, mas aquele outro discípulo correu mais depressa do que Pedro e chegou primeiro ao sepulcro.

5. Inclinou-se e viu ali os panos no chão, mas não entrou.

6. Chegou Simão Pedro que o seguia, entrou no sepulcro e viu os panos postos no chão.

7. Viu também o sudário que estivera sobre a cabeça de Jesus. Não estava, porém, com os panos, mas enrolado num lugar à parte.

8. Então entrou também o discípulo que havia chegado primeiro ao sepulcro. Viu e creu.

9. Em verdade, ainda não haviam entendido a Escritura, segundo a qual Jesus devia ressuscitar dentre os mortos.

O professor Miñarro esclarece que a investigação “não prova por si só que essa pessoa seja exatamente Jesus Cristo, mas sim aponta muito claramente que esse é o caminho para demonstrar completamente que o Santo Sudário e o Sudário de Oviedo envolveram a cabeça do mesmo cadáver”, segundo ele explicou à agência Paraula.

A investigação identificou um número de coincidências entre ambas as relíquias que “supera com abundância o mínimo de pontos significativos ou de provas exigidas pela maioria dos sistemas judiciais do mundo para a identificação de pessoas, que é entre oito e doze, enquanto a nossa análise descobriu mais de vinte”.

 

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Milagre eucarístico de Legnice:
para médicos, hóstia é tecido humano

 
A hóstia que devia se dissolver começou a transudar sangue e formar tecido (foto acima). Embaixo ampliação.
A hóstia que devia se dissolver começou a transudar sangue
e formar carne com aparência de humana (foto acima).
Embaixo ampliação.

Luis Dufaur

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O bispo de Legnica, na Polônia, Mons. Zbigniew Kiernikowski, proclamou oficialmente um prodígio do Santíssimo Sacramento acontecido na igreja de São Jacinto dessa cidade.

Ele autorizou os fiéis venerarem a hóstia ensanguentada que, segundo o decreto episcopal, “tem as características que definem um milagre eucarístico”, informou o site “Religión en Libertad”.

A cidade de Legnica (em alemão: Liegnitz, em polonês: Legnicy) fica na região da Baixa Silésia, no sudoeste da Polônia.

O milagre aconteceu na Missa de Natal de 2013, quando uma hóstia consagrada caiu no chão durante a distribuição da Sagrada Comunhão no santuário de San Jacinto.

A hóstia foi recolhida e colocada num recipiente com água (“vasculum”) para se dissolver, como mandam as sapienciais normas canônicas nesses casos, nem muitas vezes respeitadas nos dias de hoje.

Porém, uma vez na água, apareceu na hóstia uma mancha vermelha de textura singular, que fazia pensar em tecido humano.

O então bispo de Legnica, Mons. Stefan Cichy, instituiu uma comissão para investigar o acontecido com a sagrada forma.

Em fevereiro de 2014, com a permissão da diocese, um fragmento da hóstia com aspecto de tecido ensanguentado foi retirado e colocado sobre um corporal. Depois foram recolhidas amostras para serem analisadas em laboratórios de diferentes institutos forenses.

Os médicos dos Departamentos de Medicina Legal consultados verificaram que os fragmentos recolhidos contêm células de músculo estriado transversal semelhantes às do músculo cardíaco.

 

segunda-feira, 25 de abril de 2016

A mais antiga imagem de Cristo e de sua Paixão
achada na Jordânia

 
Poderia ser a mais antiga representação de Nosso Senhor coroado de espinhos

Luis Dufaur

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O descobridor e dono dos códices de bronze é Hassan Saida, um caminhoneiro beduíno que vive na aldeia árabe de Umm Al-Ghanim, Shibli.

Ele se negou a vender as peças e só cedeu amostras para que sejam analisadas no exterior.

Entretanto, há toda uma disputa pela propriedade e posse dos livros. O dono alega que pertencem à sua família há um século, fato contestado por outros, segundo “The Telegraph”.

O governo jordaniano apoia as investigações porque, segundo Ziad al-Saad, diretor do Departamento Jordaniano de Antiguidades, os códices “realmente se comparam, e até são mais significativos que os rolos do Mar Morto”.

E acrescenta que podem constituir “a mais importante descoberta na história da arqueologia”.

Enquanto que os rolos do Mar Morto foram feitos em pergaminho ou papiro e contêm as mais recentes versões dos livros da Bíblia e outros textos no formato tradicional dos escritos judaicos, isto é rolos, estes códices estão organizados como livros, forma associada com o cristianismo nascente.

 

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Livros de bronze conteriam a mais antiga
representação de Nosso Senhor Jesus Cristo na Paixão

 
Aspecto de um dos livros em análise

Luis Dufaur

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Numa gruta de Saham, Jordânia, localizada numa colina com vista ao Mar da Galiléia, foram encontrados 70 livros do século I da era cristã que, segundo as primeiras avaliações, contêm as mais antigas representações do catolicismo.

Os livros têm a peculiaridade de serem gravados em folhas de bronze presas por anéis metálicos. O tamanho das folhas vai de 7,62 x 50,8 cms a 25,4 x 20,32 cms. Em média, cada livro tem entre oito e nove páginas, com imagens na frente e no verso.

Segundo o jornal britânico “Daily Mail”, 70 códices de bronze foram encontrados entre os anos 2005 e 2007 e as peças estão sendo avaliadas por peritos na Inglaterra e na Suíça.

A cova fica a menos de 160 quilômetros de Qumran, a zona onde se encontraram os rolos do Mar Morto, uma das maiores evidências da historicidade do Evangelho, informou a agência ACI Digital.

Importantes documentos do mesmo período já haviam sido encontrados na mesma região.

 

segunda-feira, 28 de março de 2016

 
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Sobre Para Mayor Gloria de Dios, El Siervo de Dios

Experto en Informática y en Bioquímica y Biología Molecular.

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